<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774</id><updated>2011-11-27T15:34:13.763-08:00</updated><category term='menino da rosa'/><category term='Tony monti'/><category term='contos'/><category term='memória'/><category term='amizade'/><category term='calçada da avenida paulista'/><category term='antiga calçada'/><category term='mosaico portugues'/><category term='literatura'/><category term='editora hedra'/><category term='metro brigadeiro'/><category term='fotos inverno 2008 quarto marcel'/><title type='text'>o imaginário de nós mesmos</title><subtitle type='html'>Vamos ver o que surge deste estudante de filosofia que não se encontra nunca, ver se minha imaginação alcançará vôos altos e livres e se alguém quer ler isto aqui</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-7480841026401121895</id><published>2009-11-14T19:39:00.000-08:00</published><updated>2009-11-14T20:31:51.309-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>já ha algum tempo não tenho mais disposição a ter a doce atitude de querer me relacionar com as pessoas que não conheço. desde que mudei, por exemplo, não conheço muitas pessoas do condomínio, ainda que muitas pareçam simpaticas e interessantes; não tenho paciência e só de pensar em ser sociavel parece que sinto fadiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o mais estranho é que tenho um senso de humor terrível e sua terrificação reside no fato de ele ser geralmente apreciado pelas pessoas (especialmente as mais pedantes); a isso se soma minha gargalhada caracteristica, se trata de gene familiar = muitos querem me conhecer, papear, ser amigo: ah eu não quero muito isso de uns tempos pra cá, especialmente dos que me tratam bem demais, quero um pouco de sussego de ser gentil com todos os novos rostos que aparecem aqui e lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;meu bom humor não significa felicidade, é só uma espécie de enfermidade ao contrário que não pode me largar, a tal ponto de minhas angustias e tristesas andarem sempre em baixo dele, camufladas. as coisas ruins aparecem, a tristesa se planta, mas meu boníssimo humor impede que as as raizes vinguem profundamente no meu solo... será que é uma dadiva? muitos dirão, mas não é bom se acabar por tristesas terríveis de vez em quando? a vida não é feita disso também?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não é que não possa ficar triste, é que esse sentimento não se consolida e vai embora antes de ser resolvido, fica recalcado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não é que eu esteja odiando a humanidade mas acho que perdi a mão, o jeito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-7480841026401121895?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/7480841026401121895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/11/ja-ha-algum-tempo-nao-tenho-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/7480841026401121895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/7480841026401121895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/11/ja-ha-algum-tempo-nao-tenho-mais.html' title=''/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-5786547778713404498</id><published>2009-05-13T19:47:00.000-07:00</published><updated>2009-05-13T20:56:16.670-07:00</updated><title type='text'>e nada</title><content type='html'>ia escrever e agora não sai nada, ia há duas horas e agora, nada.&lt;br /&gt;metafora da minha vida, queria tanto agir tanto quento penso e nada&lt;br /&gt;esse nada bem poderia dar em algo uma vez&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-5786547778713404498?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/5786547778713404498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/05/e-nada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/5786547778713404498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/5786547778713404498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/05/e-nada.html' title='e nada'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-8238984854401448901</id><published>2009-04-10T21:44:00.000-07:00</published><updated>2009-04-10T22:15:07.516-07:00</updated><title type='text'>Por uma nova lei de Cultura e um revisionismo justo de nossa história</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SeAl4ZkPMuI/AAAAAAAAAEo/jp8VRWX7Wr4/s1600-h/Bush__Obama_differences_by_.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323296410417705698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 201px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SeAl4ZkPMuI/AAAAAAAAAEo/jp8VRWX7Wr4/s320/Bush__Obama_differences_by_.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;continuando uma das funções deste blog - ajudar na divulgação das notícias, aquelas que a grande mídia não quer - transcrevo abaixo dois artigos, uma da &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Agência Brasil de Fato &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;e a outra da revista &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Caros Amigos. ditadura e cultura, outra vez.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trabalhadores da cultura ocupam Funarte&lt;br /&gt;por &lt;a href="http://www3.brasildefato.com.br/v01/author/jpereira"&gt;jpereira&lt;/a&gt; última modificação 31/03/2009 14:35 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Articulados em torno do Movimento 27 de Março, grupos pedem o fim da isenção fiscal como mecanismo de promoção cultural e a criação de um fundo público para a área, com orçamento anual definido em lei&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27/03/09&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Juliano Domingues de São Paulo (SP)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cerca de 300 trabalhadores da cultura ocuparam, nesta sexta-feira (27), a sede da Fundação Nacional das Artes (Funarte), na cidade de São Paulo. O ato foi organizado pelo Movimento 27 de Março, que reúne os grupos Redemoinho, Teatro de Rua de SP e Roda de Fomento. Os manifestantes exigem mudanças nos mecanismos que hoje regulam o fomento à cultura e que são, em sua maioria, regulados pela Lei Rouanet.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A legislação proporciona isenção fiscal para as empresas que investirem em áreas ligadas às artes plásticas, teatro, dança ou música. Segundo Roberta, uma trabalhadora que não quis se identificar, isso gera uma lógica mercadológica para o incentivo à cultura, pois só recebem dinheiro os projetos que dão lucro para as empresas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O nosso produto [teatro, artes plásticas, dança e música] é encarado como mercadoria, e esse não é o seu propósito. A nossa intenção é que essa cultura chegue a todos, que haja um acesso democrático a ela. No entanto, as propostas do governo caminham para a privatização da cultura. Ou seja, estamos com nossos editais atrelados às verbas de empresas privadas”, critica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores reivindicam o fim do mecanismo de isenção fiscal da Lei Rouanet, a criação de um fundo público de financiamento para a cultura e que a área tenha um orçamento mínimo anual definido por lei. Além disso, querem o descongelamento dos 75% do Orçamento da União para o Ministério da Cultura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma representante do Ministério deverá ir ao local, ainda nesta sexta-feira, para ouvir as propostas dos trabalhadores. &lt;a href="http://www.radioagencianp.com.br/"&gt;(Radioagência NP)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;Confira abaixo o documento divulgado pelos manifestantes durante a ocupação&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA CULTURA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, no Dia Mundial do Teatro, nós, trabalhadores de grupos teatrais de São Paulo organizados no Movimento 27 de Março, somos obrigados a ocupar as dependências da Funarte na cidade. A atitude extrema é provocada pelo falso diálogo proposto pelo governo federal, que teima em nos usar num debate de mão única. Cobramos, ao contrário, o diálogo honesto e democrático que nos tem sido negado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O governo impõe um único programa: a transferência de recursos públicos para o marketing privado, o que não contempla a cultura mas grandes empresas que não fazem cultura. E se recusa, sistematicamente, a discutir qualquer outra alternativa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trocando em miúdos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Profic – Programa de Fomento e Incentivo à Cultura, que Vv. Ss. apresentam para discussão como substituto ao Pronac, que já existe, sustenta-se sobre a mesma coisa: Fundo Nacional de Cultura – FNC, patrocínios privados com dinheiro público (o tal incentivo/renúncia fiscal que todos conhecem como Lei Rouanet) e Ficart – Fundo de Investimento Cultural e Artístico.&lt;br /&gt;Ora, o Fundo não é um programa, é um instrumento contábil para a ação dos governos. Já o Ficart (um fundo de aplicação financeira) e o incentivo fiscal destinam-se ao mercado, não à cultura. O escândalo maior está na manutenção da renúncia/incentivo fiscal, a chamada Lei Rouanet, que o governo, empresas e mídia teimam em defender e manter.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que é a renúncia ou incentivo fiscal? É Imposto de Renda, dinheiro público que o governo entrega aos gerentes de marketing das grandes empresas. Destina-se ao marketing das mesmas e não à cultura. É o discurso que atrela a cultura ao mercado que permite esse desvio absurdo: o dinheiro público vai para o negócio privado que não produz cultura e o governo transfere suas funções para o gerente da grande corporação. Diminuir a porcentagem dessa transferência ou criar normas pretensamente moralizadoras não muda a natureza do roubo e da omissão do governante no exercício de suas obrigações constitucionais. Não se trata de maquiar a Lei Rouanet (incentivo fiscal); trata-se de acabar com ela em nome da cultura, do direito e do interesse público, garantindo-se que o mesmo dinheiro seja aplicado diretamente na cultura de forma pública e democrática.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, dentro do Profic, apenas a renúncia fiscal pode se apresentar como programa, um programa de transferência de recursos públicos para o marketing privado, em nome do incentivo ao mercado. Trata-se, portanto, de um programa único que não vê e não permite outra saída, daí ser totalitário, autoritário, anti-democrático na sua essência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E é o mesmo e velho programa que teima em mercantilizar, em transformar em mercadoria todas as atividades humanas, inclusive a cultura, a saúde e a educação, por exemplo. Não é por acaso que os mesmos gestores do capital ocupam os lugares chaves na máquina estatal da União, dos Estados e Municípios, coisas que conhecemos bem de perto em nosso Estado e capital, seus pretensos opositores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E esse discurso único não se impõe apenas à política cultural. É ele que confunde uma política para a agricultura com dinheiro para o agronegócio; que centra a política urbana na construção habitacional a cargo das grandes construtoras; e outra coisa não fazem os gestores do Banco Central que não seja garantir o lucro dos bancos. Não há saída, não há outra alternativa, os senhores continuam dizendo, mesmo com o mercado falido, com a crise do capital obrigando-os a raspar o Tesouro Público no mundo todo para salvar a tal competência mercantil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois bem, senhores, apesar do mercado, nós existimos. Somos nós que fazemos teatro, mas estamos condenados: não queremos e não podemos fabricar lucros. Não é essa a nossa função, não é esse o papel do teatro ou da cultura. Nós produzimos linguagens, alimentamos o imaginário e sonhos do que muitos chamam de povo ou nação; nós trabalhamos com o humano e a construção da humanidade. E isso não cabe em seu estreito mundo mercantil, em sua Lei Rouanet e seu programa único.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nós somos a prova de que outro conceito de produtividade existe. Os senhores continuarão a tratar o Estado e a coisa pública apenas como assuntos privados e mercantis? Continuarão a negar nosso trabalho e existência? Continuarão a negar a arte ou a cultura que não se resumem a produtos de consumo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por isso, além do FNC, exigimos uma política pública para a cultura que contemple vários programas (e não um único discurso mercantil), com recursos orçamentários e regras democráticas, estabelecidos em lei como política de Estado para que todos os governos cumpram seu papel de Poder Executivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É esse diálogo que os senhores se negam, sistematicamente, a fazer enquanto se dizem abertos ao debate. Debate do quê? Do incentivo fiscal. Mas nos recusamos a compartilhar qualquer discussão para maquiar a fraude chamada Lei Rouanet.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Queremos discutir o Fundo. Mas queremos, também, discutir outros programas e oferecemos, novamente, o projeto de criação do Prêmio Teatro Brasileiro como um ponto de partida. Os senhores estão abertos a esse diálogo?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Movimento 27 de Março&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, Dia Mundial do Teatro e do Circo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;****** ******** ********** **** *** * * ****** * * *******&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DURA QUE FOI DITA, BRANDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Thaís &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O editorial “Limites a Chávez”, do jornal Folha de S. Paulo, no dia 17 de fevereiro gerou uma série de críticas. Feito um resgate infeliz das palavras do militar chileno Augusto Pinochet, o texto usou o termo “ditabranda” para se referir ao regime militar brasileiro.&lt;br /&gt;Desde a publicação, o jornal recebeu dezenas de cartas sobre o assunto, foi alvo de críticas em blogs e comunidades do Orkut e, ainda, o editorial foi assunto de uma entrevista da socióloga Maria Victória Benevides à revista Carta Capital। Na matéria ela questiona a posição do jornal pelo uso do termo e crítica o tratamento da Folha com os que se manifestaram contra a expressão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A nota da redação do jornal em reposta a uma das cartas, publicada no dia 20 de fevereiro, serviu para aumentar ainda mais a tensão। Abaixo do texto do professor Fábio Konder Comparato que dizia que o autor e diretor do jornal “deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo”, a nota julgava como cínica e mentirosa a indignação do professor e da socióloga Maria Victória Benevides.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista, Comparato diz que considera a defesa do termo “ditabranda” pelo jornal um “tiro no pé”. “Uma história que os Frias queriam manter guardada, agora veio à tona”, explica. A afirmação se refere à suposta ligação do jornal com o regime militar e colaboração com veículos para o transporte dos presos políticos. Ele lembra do editorial publicado em 1971, que declarava apoio do jornal à ditadura:&lt;br /&gt;“... um governo sério, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular, está levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social - realidade que nenhum brasileiro lúcido pode negar, ...”, publicado dia 22 de setembro de 1971। &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comparato era assinante há 40 anos da Folha de S। Paulo, “Agora não assino mais nada”, conta a decisão tomada após ser insultado pelo jornal. Esse episódio ainda gerou um manifesto de repúdio à maneira como a Folha se refere à Maria Victória Benevides e Fábio Konder Comparato, assinado, até então, por sete mil pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dias depois, a Folha publicou uma coluna do Fernando de Barros e Silva e uma do Marcos Nobre recriminando o editorial. Ao ser questionado sobre a intenção de amenizar as críticas com as duas publicações, o Ombudsman da Folha Carlos Eduardo Lins da Silva diz que não pode responder pelo jornal, nem sobre suas intenções. “Eu não trabalho na redação e meus contatos com ela são mínimos”, explica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao termo “ditabranda”, “Como eu ocupo a posição de Ombudsman, não posso me pronunciar publicamente”, afirma Carlos Eduardo Lins, mas confessa que a resposta da redação a dois leitores foi inconveniente।&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em protesto à falta de espaço que a mídia ofereceu para o assunto, Eduardo Guimarães, presidente do Movimento dos Sem Mídia, propôs uma manifestação em frente ao prédio da Folha, no sábado, 7 de março। “Até agora a voz que tem permanecido é dos defensores da ditadura, os ex-presos que sabem o que aconteceu não tem chance nos jornais, por isso vamos lá na porta falar por eles”, declara o presidente।&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; movimento surgiu em outubro de 2007। Segundo Eduardo, ele criou o Movimento dos Sem Mídia, pois sente que falta a voz da população na grande imprensa. “Como os sem terra, somos os sem mídia”, explica.Criador, também, do blog Cidadania, apesar de ser representante comercial, Eduardo considera seu trabalho na comunicação uma obrigação com a sociedade. E foi lá que ele sugeriu a idéia da manifestação, que logo ganhou adeptos. “Dizer que a ditadura foi branda é um crime”, afirma.&lt;br /&gt;Manifestação &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A manifestação de 7 de março reuniu aproximadamente 300 pessoas em frente ao prédio do jornal Folha de S। Paulo. Estavam presentes ex-presos políticos, sindicatos, membros da Universidade de São Paulo (USP) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), e pessoas indignadas com a atitude da Folha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os banners com fotos dos assassinados pelo regime militar e placas reivindicando o pedido de desculpas da Folha chocavam os passantes do local। A manifestação foi marcada por relatos cheios de emoção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ivan Seixas, ex-preso político, declarou que a Folha de S। Paulo colocou todo o seu jornal à disposição do DOI-CODI, “A Folha de S. Paulo ofereceu carros para transportar os presos”. Ele ainda afirmou que o Otavio Frias Filho quer trazer de volta a ditadura, porém, desta vez, com a Folha de S. Paulo no controle.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Para nós que tivemos nossas companheiras estupradas, nossos amigos assassinados, dizer que foi uma ‘ditabranda’ é inaceitável”, protesta।O representante da Intersindical dos Trabalhadores, Toshio Kawamura, fez um homenagem a todos os seus amigos que morreram por conta do regime militar. Ao chamar o nome dos seus companheiros, Toshio se emocionou e convidou outros presentes a clamar por seus amigos assassinados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em entrevista, Alípio Freire, também ex-preso político, disse que a manifestação é importante, principalmente, para os mais jovens, pois como eles não viveram naquela época, os depoimentos das pessoas presentes dão outro olhar sobre o que foi a ditadura no Brasil।&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No domingo, (08/03), a Folha publicou que foi um erro utilizar o termo “ditabranda” para se referir à ditadura brasileira: “O termo tem uma conotação leviana que não se presta à gravidade do assunto”। O texto, escrito por Otavio Frias Filho, assume que a resposta aos professores Fábio Comparato e Maria Victória Benevides foi ríspida, porém, motivada pela insinuação de que os responsáveis pelo editorial deveriam se ajoelhar e pedir perdão em praça pública.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A expressão equivocada do editorial serviu para demonstrar que as atrocidades praticadas pela ditadura ainda estão vivas na memória de muita gente, inclusive o papel da Folha de S. Paulo naquele período.&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Thaís Sabino é estudante de Jornalismo। &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NOTA DA REDAÇÃO: A próxima edição da revista Caros Amigos, que deve chegar às bancas até o dia 10 de abril, terá uma reportagem ampla sobre o episódio da “Ditabranda”. Não deixe de ler.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-8238984854401448901?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/8238984854401448901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/04/por-uma-nova-lei-de-cultura-e-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8238984854401448901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8238984854401448901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/04/por-uma-nova-lei-de-cultura-e-um.html' title='Por uma nova lei de Cultura e um revisionismo justo de nossa história'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SeAl4ZkPMuI/AAAAAAAAAEo/jp8VRWX7Wr4/s72-c/Bush__Obama_differences_by_.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-6988454364182419365</id><published>2009-03-15T18:57:00.000-07:00</published><updated>2009-04-13T22:26:45.286-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='memória'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tony monti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='editora hedra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amizade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='menino da rosa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contos'/><title type='text'>O menino da rosa e os dois meninos</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb29716z9VI/AAAAAAAAAD4/6fEYGYCJraI/s1600-h/Imagem+208.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313611971150738770" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 179px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb29716z9VI/AAAAAAAAAD4/6fEYGYCJraI/s320/Imagem+208.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb273MVbz-I/AAAAAAAAADw/PSNPzTerBmU/s1600-h/Imagem+205.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313609692245381090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb273MVbz-I/AAAAAAAAADw/PSNPzTerBmU/s320/Imagem+205.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Doce sugestão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;a literatura é uma das mais belas artes que o homem teve o brilhantismo de produzir-reiventar-criar. há genialiades que brincarando com as palavras as tornaram doces aos nossos olhos, à imaginação. simples palavras, assim não rebuscadas, podem nos dizer muito. parece inocência poética sem ingenuidade,. Esta, talvez, só na ação do personagem, mas não na escrita de &lt;strong&gt;O menino&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;da rosa*&lt;/strong&gt;, livro escrito por &lt;strong&gt;Tony Monti*. &lt;/strong&gt;universo de lembrança-ficção, do jogos entre estes, que nos leva a tentar descobrir o que é e o que nao é ao mesmo tempo em que mergulhamos em uma memória compartilhada - a nossa e a dele, o autor ou personagem. Mergulhamos juntos em reminiscências dele enquanto somos invadidos pelas nossa próprias lembranças. é um olhar pra trás e se re-conhecer lá, na infância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Compartilho a minha imprenssão sobre o livrinho vermelhoalaranjado tornando público um e-mail muito bem endereçado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;São Paulo, aos quinze dias de março, meu quarto, escrevo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;não sei o que acontece que parece que quase nunca consigo me intusiasmar com nada de forma profunda, ainda mais de imediato, assim de ver, se apaixonar e querer mergulhar nesse lago misterioso que é a paixão. Outro dia abri meu armário de livros (eu tenho um armário de livros) e achei um lá, pequenininho, vermelhinho e preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;foi presente de amigo, um que eu não via há tempos e que deveríamos nos ver mais. ele havia me dado dois livrinhos: um de fotografias da cidade e este vermelhinho. ficou lá esquecido por um tempo longo e agora renasceu quando eu o tirei do armário escuro à luz dos meus olhos curiosos. me apaixonei pelo menino da rosa, este é o nome do livrindo vermelho, na verdade meio alaranjado agora que olhei com mais atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;você [meu amigo] me deu a oportunidade de nadar entre as memórias-ficções infantis de Tony. emoção e sorrisos e reflexões e reminiscências quantas coisas eu vivi a cada capítulo: casa terra escola meninas literatura ... , lembrando de tanto quanto podia a minha memória e caindo na relalidade de que os anos passaram mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei muito em você e em como eu não hávia dado valor a um presente tão especial que você compartilhou comigo. imaginei que o Davino pode ter sentido muito das mesmas emoções que eu vivi a cada página virada. que era um elo entre nós aquelas lembranças de tony, ainda que não tivessemos uma memória infantil comum já que só passados decada e meia de nossas vidas é que ela nos colocou juntos no mundo. tenho dificuldade de ver o valor dos momentos palavras e coisas que me oferecem de boa fé, felizmente me cai as fichas e a ligação adiada pode ser completada e sentida como deveria ser, como foi ter sido mesmo que não foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o menino da rosa me fez querer escrever daquilo que sabemos mais, ou que parece que sabemos mais: nós mesmos. e este nós tem eu e você e isso é bom e é bonito também. o menino da rosa é minha última paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vou publicar no meu blog este texto, mas pra você, meu caro, é especialmente em primeira mão porque ele é teu e dos que puderam lê-lo mas é mais teu que meu e dos outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Menino da rosa, O&lt;br /&gt;R$ 17.00 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.hedra.com.br/home/index.php?PHPSESSION_HEDRA=sess&amp;amp;pedido_acao=addLivro&amp;amp;pedido_param_l=137&amp;amp;id=1&amp;amp;livro_id=137&amp;amp;area[]=catalogo&amp;amp;area[]=detalhes"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://books.google.com/books?q=97885771507"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:larger();"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Autor: Tony Monti&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-7715-07&lt;br /&gt;Ano: 2008&lt;br /&gt;Edição: 1ª&lt;br /&gt;Páginas: 48&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O menino da rosa é o segundo livro de contos de Tony Monti. Seu primeiro livro, O mentiroso (7Letras, 2003) ganhou o Prêmio Nascente e recebeu comentários elogiosos da crítica e dos colegas escritores. Os 29 textos curtos de O menino da rosa apresentam a infância de um menino chamado Tony em algumas de suas facetas: a família, os amigos, as meninas, a escola e as dúvidas. Marcelino Freire observa que as histórias se integram em torno do personagem, a ponto de o livro todo soar, ao mesmo tempo, como uma coletânea de contos e como uma pequena novela. Doses sutis de melancolia, violência e sexualidade temperam a delicadeza da infância apresentada. (fonte: site editora hedra &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.hedra.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;http://www.hedra.com.br&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;..... .. ..... .. ..... .. ...... .. . . . . . .... . . ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-6988454364182419365?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/6988454364182419365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/03/o-menino-da-rosa-e-os-dois-meninos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/6988454364182419365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/6988454364182419365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/03/o-menino-da-rosa-e-os-dois-meninos.html' title='O menino da rosa e os dois meninos'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb29716z9VI/AAAAAAAAAD4/6fEYGYCJraI/s72-c/Imagem+208.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-8479654369916470565</id><published>2009-02-03T19:30:00.000-08:00</published><updated>2009-02-03T19:34:35.450-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;saiu da radio agência notícias do planalto, depois comentarei esse debate.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;AGU nega reinterpretação da Lei de Anistia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Imprimir" onclick="window.open('http://www.radioagencianp.com.br/index2.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=6198&amp;amp;pop=1&amp;amp;page=0&amp;amp;Itemid=1','win2','status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no'); return false;" href="http://www.radioagencianp.com.br/index2.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=6198&amp;amp;pop=1&amp;amp;page=0&amp;amp;Itemid=1" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="E-mail" onclick="window.open('http://www.radioagencianp.com.br/index2.php?option=com_content&amp;amp;task=emailform&amp;amp;id=6198&amp;amp;itemid=1','win2','status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=400,height=250,directories=no,location=no'); return false;" href="http://www.radioagencianp.com.br/index2.php?option=com_content&amp;amp;task=emailform&amp;amp;id=6198&amp;amp;itemid=1" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.radioagencianp.com.br/images/stories/notplan/mp3/2009/fevereiro/030209agunega.mp3"&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;A Advocacia-Geral da União (AGU) encaminhou, nesta segunda-feira (02), ao Supremo Tribunal Federal (STF), parecer em que reitera o entendimento de que a Lei da Anistia deve continuar a servir para acobertar os crimes cometidos por agentes do Estado durante a ditadura militar. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Em novembro do ano passado a Secretaria de Especial de Direitos Humanos (SEDH) havia encaminhado pedido para que a Advocacia reinterpretasse o que está escrito na lei. A solicitação diz respeito a ação de cunho civil que tramita contra os ex-coronéis Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir dos Santos Maciel (hoje já falecido). Os militares aposentados comandaram o DOI-Codi durante o anos de 1970 e são acusados de torturar presos políticos e matar no mínimo 64 deles. Parentes das vítimas e juristas alegam que tortura é um crime comum e que, portanto, não pode ser encoberto pela Lei de Anistia. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O jurista Dalmo Dallari defende que “não existe anistia para torturadores”. O mesmo afirma que o parecer do AGU não deverá encerrar os debates sobre o assunto. “Enquanto não houver o esclarecimento dos fatos, e a identificação dos criminosos que praticaram tortura, o assunto continua em aberto. Pode passar 10, 30 ou 50 anos, ou quanto tempo for. Este assunto só se encerra quando houver a abertura dos arquivos [da ditadura] e aí sim eles terão o direito de se defender na justiça comum, direito que eles nunca respeitaram em relação ao outros.“No parecer, a AGU pediu que o STF não conheça a ação pela “ausência de controvérsia jurídica ou judicial sobre a interpretação da Lei de Anistia”. A Ordem dos Advogados do Brasil apóia a decisão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De São Paulo, da Radioagência NP, Juliano Domingues.03/02/09&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-8479654369916470565?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/8479654369916470565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/02/saiu-da-radio-agencia-noticias-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8479654369916470565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8479654369916470565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/02/saiu-da-radio-agencia-noticias-do.html' title=''/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-1883428120093655915</id><published>2009-01-30T21:32:00.000-08:00</published><updated>2009-01-30T22:16:06.876-08:00</updated><title type='text'>arquivos fechados</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SYPrJmVmvQI/AAAAAAAAAC4/AQBO1h6l76c/s1600-h/PA270099.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297336136860351746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SYPrJmVmvQI/AAAAAAAAAC4/AQBO1h6l76c/s320/PA270099.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sé, foto da foto da missa de Herzog, ainda o premio Vladimir, tuca 2008&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;no contínuo esquizofrenico, mas de boa fé, de perseguir as memórias de nosso último regime militar, re-produzo (cansei preciso de algum sinônimo), como de costume, artigo publicada na prestigiosa &lt;strong&gt;carta maior. &lt;/strong&gt;Nele, Edson Teles mostra sua preocupação com a paradoxal política de enconbrimento - escondimento - dos arquivos do estado brasileiro, em clara afronta ao direito que o povo da terra brasileira têm a tais documentos. direito que é previsto por nossa contituição "cidadâ" de 1988 e não é tão respeitado, num circulo vicioso de desrespeitos aos direitos de todos que nossa terra há séculos não cumpre. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;desse modo não temos como ter provas das verdades e mentiras, especialmente no que toca à ditadura civil-militar de 1964, continuando-nos assim em um ciclo onde o estado brasileiro "imprime à democracia uma continuidade do estado de exceção". &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Do mesmo modo, o brasil deve dar acesso a outros arquivos que não lhe pertencem, a saber, o arquivo nacional do paraguai que foi usurpado pelo governo brasileiro. Isso mesmo! desde que sorrateamos a terra de fernando lugo (atual presidente paraguaio) na brutal guerra do paraguai ,ou tríplice aliança, "confiscamos" documentos valiosíssimos de valor histórico-simbólico, pra não dizer mais, de nossos vizinhos. não bastasse a barbarie a que acometemos o solo paraguaio, ainda roubamos a memória impressa de nosso sofrido hermano. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Segundo renomado pensador paraguaio, cujo nome minha memória fraquejada não alembra, estes arquivos são um tesouro paraguaio que deve ser devolvido por uma questão de reparo e soberania. diz também que o brasil não os devolve por temer revelações como as de que as terras que onde hoje se encontram itaipu são terras também usurpardas pelos brasis.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;este intelectual desconhecido, mas cuja entrevista lista certa feita no brasil de fato, diz ainda que temos que abrir os arquivos da famosa operação condor e fazer cópias nos centros universitários da américa do sul a fim de salvá-las, estudá-las e divulgá-las. a operação condor foi um conjunto de açoes perpetradas pelas ditaduras sul americanas que tinham como objetivo exterminar opositores deste regimes militares em uma ação conjunta entre paises como argentina, chile e brasil - isso claro explicando grosseiramente.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;agora o edson, boa reflexão&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Boa reflexão.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;DEBATE ABERTO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;O sigilo eterno da história brasileira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Ao inverter a prioridade do poder do cidadão de acesso às informações públicas contida na Constituição em proveito do direito de censura por parte do Estado, a lei de “sigilo eterno” imprime à democracia uma continuidade do estado de exceção.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Edson Teles*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Em maio de 2005, o governo do presidente Lula promulgou a Lei 11.111 regulamentando artigo da Constituição Federal que disciplina a abertura dos arquivos públicos. Tal lei regra que os documentos públicos podem ser classificados como de “alto grau de sigilo” e, neste caso, ter sua publicidade negada indefinidamente. A definição sobre o grau de sigilo e quando será aberto o arquivo fica a cargo da Comissão de Averiguação e Análise de Informações Sigilosas, ligado diretamente à Casa Civil e à Presidência da República.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;No dia de ontem, aqui no Fórum Social Mundial, o tema da abertura dos arquivos públicos esteve presente na mesa de debates sobre o Direito à Verdade e à Memória. Representantes dos movimentos de familiares de mortos e desaparecidos políticos e das ongs pelo acesso à justiça e vítimas da ditadura expressaram suas posições contra a lei de “sigilo eterno”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Segundo o previsto pela Lei 8.159, de janeiro de 1991, a abertura dos arquivos deve seguir o prazo de 30 anos de restrição, com prorrogação máxima de mais um período de 30 anos. Ou seja, o acesso aos documentos sofrerá o sigilo de, no máximo, 60 anos. Contudo, a Lei 11.111 de 2005 acrescenta a apreciação do sigilo pela Comissão de Averiguação, antes de terminado o prazo inicial de sigilo, avaliando se “o acesso ao documento ameaçará a soberania, a integridade territorial nacional ou as relações internacionais do país, caso em que poderá manter a permanência da ressalva ao acesso do documento pelo tempo que estipular”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;A instituição do prazo indefinido para o sigilo dos arquivos públicos coloca os movimentos sociais diante da indagação sobre a constitucionalidade da lei, já que se encontra em claro conflito com o texto da Constituição. Mais do isto: estaria a Lei 11.111 de acordo com os valores do Estado de Direito e da democracia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;A Carta de 1988 estipulou o amplo direito de acesso às informações seguindo a tendência do direito internacional e criando inclusive a figura do habeas data, modo de assegurar o acesso a informações por parte do solicitante. A Constituição brasileira privilegia os direitos e garantias do cidadão, rompendo com o período ditatorial inspirado no direito do Estado centralizador e autoritário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Para os movimentos sociais, a idéia do sigilo de até 60 anos já é questionável por dificultar o exercício do direito à verdade e à memória, prejudicando também a reconstrução histórica do passado, necessária para as reflexões e atos políticos do presente. Segundo Flavia Piovesan, professora de direitos humanos da PUC de São Paulo, “o direito à verdade traduz o anseio civilizatório do conhecimento de graves fatos históricos atentatórios aos direitos humanos”. É com este propósito que outros países organizaram comissões de verdade, como o caso da África do Sul, do Peru e do Chile, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Ao inverter a prioridade do poder do cidadão de acesso às informações públicas contida na Constituição em proveito do direito de censura por parte do Estado, a lei de “sigilo eterno” imprime à democracia uma continuidade do estado de exceção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Ora, a abertura dos arquivos públicos não pode ficar na dependência de uma comissão nomeada e controlada somente pelo Executivo, sob o perigo de tornar-se refém do governo de plantão. Se nossa intenção é construir um Estado democrático e de relações respeitosas aos direitos humanos é preciso que as informações sejam tratadas com transparência e que a sociedade possa ela mesma controlar o seu acesso. Há ainda a importância dos arquivos para os atos de justiça, pois são provas contundentes das ações de tortura, desaparecimento e assassinato de opositores durante a ditadura militar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;É com o intuito de denunciar a inconstitucionalidade da Lei 11.111 que o movimento “Desarquivando o Brasil” esteve presente ao Fórum, recolhendo assinaturas em um abaixo-assinado a ser encaminhado nos próximos meses ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional, juntamente com um projeto de lei produzido pelos movimentos e com o apoio do Ministério Público. Terminamos com o lema do movimento: “temos direito à memória, à história e à verdade!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Professor de Ética e Direitos Humanos do curso de Pós-Graduação da Universidade Bandeirante de São Paulo e doutor em filosofia política pela Universidade de São Paulo.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-1883428120093655915?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/1883428120093655915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/arquivos-fechados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/1883428120093655915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/1883428120093655915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/arquivos-fechados.html' title='arquivos fechados'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SYPrJmVmvQI/AAAAAAAAAC4/AQBO1h6l76c/s72-c/PA270099.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-1829114433358619638</id><published>2009-01-18T07:53:00.002-08:00</published><updated>2009-01-30T22:18:17.040-08:00</updated><title type='text'>Memorial da resistência - Reelaborar a mémoria ou esquece-lá?</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SYH5jLffA2I/AAAAAAAAACw/2AO2NtUfPVg/s1600-h/PA270101.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296789019539997538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SYH5jLffA2I/AAAAAAAAACw/2AO2NtUfPVg/s320/PA270101.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; entrega do premio wladimir herzog de direitos humanos, tuca 2008&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;são paulo, capital dos museus e centros culturais, ganhou mais um centro mas dessa vez com uma proposta diferente, a saber, recuperar a históris daqueles que se opuseram aos regimes não democráticos, àqueles que usurparam a liberdade inerente de cada ser humano neste país.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;localizado em belo prédio, ao lado da famosa estação julio prestes, o antigo deops será agora local de recuperação da frágil mémorial barsileira acerca de acontecimentos obscuros do &lt;strong&gt;arbítrio histórico nacional.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No momento em que o re-surgimento do assunto sobre a ditadura civil-militar trás calorosos e rancorosos debates, vale a pena mergulhar nessas águas turvas e ver o que se pode enchegar entre elas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;o título desta postagem faz alusão a construção desse memorial mas também nos remete, propositalmente, a um texto da professora &lt;strong&gt;jeanne marie&lt;/strong&gt;, titula da filosofia da puc e livre docente da unicamp, que foi publicado no site da &lt;strong&gt;revista trópicos&lt;/strong&gt;. ver &lt;a href="http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2817,1.shl"&gt;http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2817,1.shl&lt;/a&gt;. trata-se de uma carta-resposta-artigo que foi enviada a &lt;strong&gt;folha &lt;/strong&gt;e infelizmente não foi publicada por este jornal. Por que será?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;jeanne marie trata do espinhoso assunto que compreende o período da ditadura cívil-militar brasileira (1964-1985) mais exatamente sobre a questão da nossa memória deste funesto episódio da história tupiniquim. Diz que relembrar tal momento não é exatamente mexer em feridas "fechadas" do passado, apenas um saudosismo vingativo, mas antes, o momento, ja mais que depurado, de se re-pensar essa parte de nossa história, de ver o que pode ser feito, restaurado - &lt;strong&gt;reparado&lt;/strong&gt;. ou seja, relembrado, julgado e reparado, não apenas para as vítimas diretas deste obscuro período mas tambem para a sociedade brasileira em geral. é o famoso d&lt;strong&gt;ireito a mémoria e a verdade! &lt;/strong&gt;que tem sido tão levantado em nosso páis, com vinte anos de atraso, já há alguns anos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;as famílias que não têm hoje em seu braço os filhos mortos pelos agentos do estado brasileiro, que não sabem nem se quer o paradeiro de seus corpos; aqueles que tem seus corpos, mas impressos em marcas de torturas eternas; aquelas que foram mortas em falso sucídio, todos que perderam seus empregos, que tiveram que fugir; aqueles tantos&lt;/em&gt; que fizeram o que não queriam ter feito.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;é por todos esses, e aqueles, não ditos ainda, que temos que re-fundar o modo como olhamos o golpe militar de 64 e seus tenebrosos desdobramentos para nossa frágel sociedade latinoamericana-brasileira.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;desse modo é interessante se dirigir até o antigo prédio do &lt;strong&gt;deops, lugar de tortura e mortes sistemáticas perpretadas pelo estado barsileiro,&lt;/strong&gt; hoje transformado em &lt;strong&gt;memorial da resistência. &lt;/strong&gt;podemos entrar em contato com a memória das resistências no brasil, aqueles que não se calaram de ante da afronta a sua liberdade desde o período &lt;strong&gt;novo, de getúlio vargas &lt;/strong&gt;até nossa última ditadura.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Para melhor divulgar, repuduzo abaixo artigo da agencia de notícias brasil de fato esta semana. &lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia"&gt;http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia&lt;/a&gt; . boa leitura&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para que não se esqueça, jamais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;por &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.brasildefato.com.br/v01/author/michelle"&gt;&lt;em&gt;Michelle Amaral da Silva&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; última modificação 28/01/2009 15:35&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prédio onde funcionava centro de tortura vira museu de resgate da história de presos políticos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;28/01/2009&lt;br /&gt;Jonathan Constantino,&lt;br /&gt;de São Paulo (SP)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Após cerca de um ano e meio de luta e pressão do Fórum Permanente de ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo junto ao Governo do Estado, foi reinaugurado, no último 24 de janeiro, o Memorial da Resistência, antigo prédio do Departamento de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (Deops/SP).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Após reforma, o memorial reabre com uma nova concepção museológica para preservação da memória “de milhares de combatentes, que nunca aceitaram a opressão das classes dominantes e seus instrumentos ditatoriais”. De acordo com o jornalista Ivan Seixas, diretor do Fórum, “resgatar este velho prédio e transformá-lo num símbolo de resistência é a manifestação de quem luta pela democracia e não quer esconder nossa história. E nem apagar as pistas de sangue deixadas por carrascos impunes até os dias de hoje”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reconstituição das celas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Com a pressão realizada pelo Fórum, conseguiu-se a mudança do nome do Memorial e a realização de uma significativa reforma. Em agosto de 2007, foi apresentado o projeto de remodelamento, e sua implantação iniciou-se em agosto de 2008.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na reforma foram reconstituídas celas, a fim de apresentar as reais condições a que os presos eram submetidos. Com ajuda de ex-presos, também foram refeitas inscrições nas paredes para resgatar as frases de resistência e solidariedade que haviam sido apagadas. Também foram instalados equipamentos audiovisuais por meio dos quais os visitantes podem informar-se sobre o que foi o espaço.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na avaliação de Seixas, para cumprir seu papel histórico e didático, o Memorial deve ter um destino militante. “Projetos e programações devem sensibilizar a sociedade sobre a importância da luta pela Anistia, a Justiça de Transição e os Direitos Humanos para a Democracia. Para nós do Fórum dos ex-Presos e Perseguidos Políticos, o objetivo maior é completar a transição democrática, consolidar e aprofundar a democracia”, salientou.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sem precedentes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Segundo Kátia Filipini, museóloga da Estação Pinacoteca do Estado “não temos conhecimento de nenhum outro projeto do tipo, no Brasil. O que sabemos é que há um museu na Argentina, ligado à Escola Superior de Mecânica da Armada (Esma), e que no Chile há um projeto em implantação”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sobre a importância do Memorial como instrumento de preservação e resgate da memória, ela afirma que “o museu é uma boa tentativa nessa luta e, como seu foco principal é a Ação Educativa e Cultural, desde já estão em projeto seminários, debates e palestras para contribuir nesse sentido”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;De acordo com o secretário da cultura, João Sayad, presente à solenidade de inauguração, a recaracterização do Memorial deveria ter sido ainda mais dramática, para retratar melhor o que foi aquele período. Para ele, o modo como as celas haviam sido apresentadas na última reforma, assemelhavam-se mais a salas confortáveis de um hotel. Estiveram presentes à solenidade de inauguração o governador do Estado de São Paulo, José Serra, e os secretários da Cultura, João Sayad, e da Justiça e Defesa da Cidadania, Luiz Antônio Marrey, o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, que representou o ministro da Justiça, Tarso Genro; o diretor da Pinacoteca do Estado, Marcelo Araújo, e Rogério Sottili, representando o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, além de Raphael Martinelli que, juntamente com Ivan Seixas falou em nome do Fórum Permanente de ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Histórico&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Localizado no Largo Manoel Osório, próximo à estação Luz da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o prédio onde hoje funciona a Estação Pinacoteca, anexo da Pinacoteca do Estado, foi projetado em 1914 por Ramos de Azevedo, destinado a ser um armazém para a Ferrovia Sorocabana.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Porém, em 1949, durante o governo do General Eurico Gaspar Dutra, o Deops/SP, criado 25 anos antes com a finalidade de combater os movimentos sociais e outras manifestações originárias de “ideologias exóticas”, como o anarquismo e o sindicalismo, é transferido para o prédio do antigo armazém. Assim, passa a ser o cenário sombrio no qual se desenrolaram diversos atentados de lesa-humanidade, amplificados durante a ditadura civil-militar de 1964-1984.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Inaugurado em 2002 com o nome de Memorial da Liberdade, o atual Memorial da Resistência passou por inúmeros processos de transformação, o que acarretou a descaracterização do prédio. Foram destruídas duas celas, localizadas no térreo, e chamado “Fundão”, que era formado por antigas celas reforçadas, que funcionavam como solitárias. Além disso, o espaço recebeu pinturas modernas e sofisticadas, foram destruídos os banheiros que eram utilizados pelos presos e raspadas inscrições deixadas nas paredes das celas por presos políticos de diversas gerações.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As reformas e nome atribuído ao Memorial, então, desencadearam o descontentamento de grupos ligados às vítimas da violência durante a ditadura militar, de modo especial o Fórum Permanente de ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-1829114433358619638?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/ministerio-publico-investiga-crimes-da-ditadura-militar' title='Memorial da resistência - Reelaborar a mémoria ou esquece-lá?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/1829114433358619638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/memorial-da-resistencia-reelaborar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/1829114433358619638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/1829114433358619638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/memorial-da-resistencia-reelaborar.html' title='Memorial da resistência - Reelaborar a mémoria ou esquece-lá?'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SYH5jLffA2I/AAAAAAAAACw/2AO2NtUfPVg/s72-c/PA270101.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-5714253943000454337</id><published>2009-01-18T07:53:00.001-08:00</published><updated>2009-01-26T19:43:18.748-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='antiga calçada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metro brigadeiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mosaico portugues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='calçada da avenida paulista'/><title type='text'>ò solo paulista</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SX57Se1U97I/AAAAAAAAACo/wRfArNRPT-U/s1600-h/P9180352.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295805769278879666" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SX57Se1U97I/AAAAAAAAACo/wRfArNRPT-U/s320/P9180352.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Antigo &lt;strong&gt;mosaico&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;português&lt;/strong&gt; da saudosa paulista. Neste solo onde nasceu &lt;strong&gt;Burle Marx&lt;/strong&gt;, não ha um vestígio se quer da formosura desse grande paisagista. Hoje impera o concreto cinza e insoso. É, por outro lado, a graça para os cadeirantes, para os portadores de mobiliadde redusida e o novo Oasis de skatistas e patinadores.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parabéns São Paulo, 455 é pra poucos!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ah sim, 25 anos de mst, parabéns!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hoje começa o Forum Social Mundial.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-5714253943000454337?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/5714253943000454337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/o-solo-paulista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/5714253943000454337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/5714253943000454337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/o-solo-paulista.html' title='ò solo paulista'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SX57Se1U97I/AAAAAAAAACo/wRfArNRPT-U/s72-c/P9180352.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-7358479466082550831</id><published>2009-01-18T07:53:00.000-08:00</published><updated>2009-01-18T08:43:28.462-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;" vaí toma no cú, ta moscanu seu vacilão?" &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; (três garotos, provavelmente entre cinco e sete anos, de madrugada, em uma rua do Itaim paulista)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pois é, com muito atraso re-atualizo este blog e entro no ano de novas efemérides*. Foram tantas as do ano que morreu: 100 anos da morte de Machado, outro dos nascimento de Guimarães Rosa e Simone de Bouvoir, 200 anos da vinda da real família e da nascença de nossa imprensa, de nosso primeiro banco, 80 anos da primeira e triste guerra mundial, &lt;strong&gt;60 anos da declaração dos direitos humanos, &lt;/strong&gt;40 anos dos frutiferos e contestadores acontecimentos de 68: paris, praga, são paulo: maria antonia; rio, mexico, argentina, mundo a fora e o desastroso &lt;strong&gt;AI-5 que caçou nossos frágeis fireitos político-cívicos durante a ditadura civil-militar brasileira,&lt;/strong&gt; 20 anos da &lt;strong&gt;constituição&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;"cidadã" brasileira.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ano de harbeas corpus para Daniel Dantas, presente de nosso ilustríssimo snehor de alma republicana Gilmar Mendes; ano também da controvertida bienal do vázio e do nao-harbeas corpus para uma contestadora dessa vázio!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para esse ano, no embalo de celebrar a crise financeira: 80 anos da quebra da bolsa de Nova Iorque; 90 anos do assassinato de Rosa Luxemburgo; ano da Carmem Miranda, 70 anos do início da segunda grande triste guerra, 20 anos da queda do lamentável Muro de Berlin e tudo mais que minha memória lembrar. Ah sim, lembrei, vai ser o ano da Astronomia!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ano de lutas e descompassos, 2008 termina com uma injusta guerra contra os civis da faixa de Gaza, é o extermínio de &lt;strong&gt;O legado de Auschwitz&lt;/strong&gt;  mais uma vez. Há tempos re-produzi aqui este amargo texto do ensaista espanhol &lt;strong&gt;Eduardo Subirats -&lt;/strong&gt; leiam ele neste blog ou na Carta Maior - Subirats nos mostra que o legado de genocídios, campos de concentração e de refuigiado que Auschwitz nos transmitiu inda está ai. Faixa de Gaza é uma continuação, &lt;strong&gt;é o extermínio de um povo irmão, &lt;/strong&gt;não há como negar que há mais de quarenta anos é isso de o &lt;strong&gt;Estado de Israel&lt;/strong&gt; vem cometendo contra o povo &lt;strong&gt;Palestino.&lt;/strong&gt; Não temos que temer olhar pra trás, a estátua de sal é só uma fábula, é preciso olhar, reelaborar com o distanciamento que trazem a experiência dos anos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;tenho coisas expeculando em minha cabeça, vomitarei-as, vomita-lás-ei, aqui tudo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;feliz 2009, espero...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;*&lt;strong&gt;Segundo o dicionário Caudas Aulete :&lt;/strong&gt; Efeméride: .  1  Acontecimento importante, em certa data   2  Sua comemoração, nessa data   3  Astron.  Tabela astronômica que registra a posição relativa de um astro ao longo de intervalos regulares de tempo&lt;br /&gt; &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-7358479466082550831?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/7358479466082550831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/va-toma-no-c-ta-moscanu-seu-vacilo-trs.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/7358479466082550831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/7358479466082550831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2009/01/va-toma-no-c-ta-moscanu-seu-vacilo-trs.html' title=''/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-6250737711133316251</id><published>2008-08-07T22:36:00.000-07:00</published><updated>2008-08-07T22:52:13.439-07:00</updated><title type='text'>A Brava, onde estão os bravos que não tomam este solo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SJvbrdILEvI/AAAAAAAAACE/H4v77KxEmXw/s1600-h/P7250204.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5232016931720729330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SJvbrdILEvI/AAAAAAAAACE/H4v77KxEmXw/s400/P7250204.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Pra onde olhar? Pra ela, com seu gesto enigmático ou para a bela ocntrução ao fundo? Olho para nossa heroina ou para o mosteiro em sua retaguarda? Impossível saber, porque existe aí uma simbiose, uma harmonia não pensada (não sei). Assim foi que meus sentimentos sentiram &lt;strong&gt;A Brava&lt;/strong&gt;, peça que é encenada no largo São Bento. Fiquei pretérito com a força com que esses quatro integrantes nos passaram ao contar a trágica história de Joana Darc. Desejo a vocês toda a alegria do mundo e muita &lt;strong&gt;merda! &lt;/strong&gt;Para quem quiser ter o prazer dessa maravilhosa experiência estética vão até o &lt;strong&gt;Largo São Bento, sexta feira, às 17h. &lt;/strong&gt;E façam parte deste espledido ritual dionisiáco em São Paulo...... criticar o culto em frente ao templo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lula&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Bueno, quem não votou neste sem esperar mudanças drasticas na realidade brasileira: sociedade, moviments sociais, sindicatos, intelectuais, estudantes, tantos por aqui e aculá. Nosso presidente se mostrou muito mais pragmático que esquerdista. Continuo um mode neoliberal e tantas falcatruas que desiludiu boa parte de uma páis e um mundo! Ainda sim acho que o Brasil esta melhor em suas mãos que nas do &lt;strong&gt;PSDB e DEMOcratas! &lt;/strong&gt;Abaixo re-produzirei uma matéria do site da &lt;strong&gt;radio-agencia NP &lt;/strong&gt;falando um pouco sobre nosso presidente, quem quiser saber mais:&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.radioagencianp.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;http://www.radioagencianp.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cesar Sanson*&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A cabeça de Lula&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cabeça de Lula é a do peão do ABC”. A afirmação é de Gilberto Carvalho um dos assessores mais próximos de Lula em entrevista à imprensa. Segundo Gilberto, o presidente “fica feliz da vida com o crescimento, com a produção industrial, a produção agrícola e ao mesmo tempo a distribuição dessa riqueza traduzida em salários, em empregos, em melhor qualidade de vida para o povo”. O ABC do qual fala Gilberto é a região da grande São Paulo que concentrou as montadoras quando elas vieram para o Brasil nos anos 50. O ABC de onde Lula aparece para o Brasil e para o mundo com as importantes greves do final dos anos 70 é uma síntese dos governos Vargas e Juscelino Kubistchek. É o setor de ponta do capitalismo brasileiro da época e símbolo da modernização conservadora. A “cabeça de Lula” foi se fazendo a partir de dois grandes movimentos. De um lado, Lula é produto da modernização conservadora, ou seja, Lula não existiria sem a “Era Vargas” o Estado nacional-desenvolvimentista que industrializou o país e instaurou a legislação trabalhista e a estrutura sindical. Mas para além de Vargas, Lula também é resultado do período Juscelino Kubistchek, que abriu o país para o capital transnacional e trouxe as montadoras. Porém, a modernização trouxe consigo o seu lado perverso, a gritante concentração de renda, o desenvolvimento desigual, a ausência das reformas sociais, os parcos e insuficientes investimentos na área da educação, saúde, saneamento e reforma agrária. O Brasil cresceu dividido, desigual, dual. Convivem num mesmo país, dois países. Temos o Brasil moderno, inserido globalmente, nação emergente, 8ª economia mundial. Mas, temos o Brasil miserável, da fome, da classificação do 70ª Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), das metrópoles inchadas, do drama na saúde e na educação. Lula também é resultado desse Brasil. É produto da incorfomidade dos movimentos sociais, da luta contra a modernização conservadora, da luta pela Reforma Agrária, da distribuição de renda, da urgência das reformas estruturais na saúde e na educação. Portanto, a figura de Lula “e por isso desperta tanto fascínio”, é a metasíntese do Brasil dos últimos 70 anos - um país moderno e conservador. A grande aposta foi a de que Lula no poder faria um governo sintonizado com o seu histórico de movimento social. Porém, o que se vê é a opção de Lula pela continuidade da modernização conservadora. Prevaleceu o Lula do ABC da lógica do desenvolvimentismo associado ao capital transnacional ajustado aos tempos da globalização, um governo que pratica o Pós-consenso de Washington. Para as demandas dos movimentos sociais encontrou uma solução intermediária: o apaziguamento da miséria com o Bolsa Família. 07/07/08&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(*) Pesquisador do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores e doutorando de Ciências Sociais na UFPR&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-6250737711133316251?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/6250737711133316251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/08/brava-onde-esto-os-bravos-que-no-tomam.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/6250737711133316251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/6250737711133316251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/08/brava-onde-esto-os-bravos-que-no-tomam.html' title='A Brava, onde estão os bravos que não tomam este solo?'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/SJvbrdILEvI/AAAAAAAAACE/H4v77KxEmXw/s72-c/P7250204.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-8058196038829964613</id><published>2008-07-24T20:34:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T21:29:08.974-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIlTIFeWJeI/AAAAAAAAAB8/eCXRxkf13CI/s1600-h/le+monde.jpg"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226800240913688034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIlTIFeWJeI/AAAAAAAAAB8/eCXRxkf13CI/s400/le+monde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Não é só de lamentos que se faz esse blog, e não são lamentos! são excamações: olhe, veja e sinta, reflita e ação! Bueno, agora vamos comemorar porque de brindes também se faz a nossa breve existência. Sabemo que a &lt;strong&gt;mídia &lt;/strong&gt;no Brasil é perversa e esta sempre atrelada aos conchavos do poder, seja com &lt;strong&gt;políticos&lt;/strong&gt; seja com a &lt;strong&gt;igreja&lt;/strong&gt; ou ainda os &lt;strong&gt;grandes empresários&lt;/strong&gt; do país. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;A televizão, o rádio, as revistas, os jonrais e agora a internet servem para mentir, enganar, falsear e manipular em nome de interesses de poucos e não em nome dos interesses do povo brasileiro!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Contudo, graças aos deuses, sempre há aquele que foge a regra, oxalá ainda existe à contracorrente. Claro não estamos falando de &lt;strong&gt;Veja, Época, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Rede Globo, Isto é, NAO! &lt;/strong&gt;Aqui quero falar de outras, daquela imprensa que não é empresarial, corporativa; que não é vendida; que tem liberdade editorial; que permite que o povo venha a saber dos desmandos dos desgovernos deste país. Uma imprensa que é combativa e autocrítica porque sabe do seu papel social e esta lá com a cara a doces tapas. Falamos de periódicos como &lt;strong&gt;Caros Amigos, &lt;/strong&gt;a primeira à esquerda (essa roubei deles)&lt;strong&gt;, Revista Forum&lt;/strong&gt; (em papel reciclado), &lt;strong&gt;Jornal Brasil de Fato, Agência Carta Maior, Observatório da Imprensa&lt;/strong&gt; e, em certa medida&lt;strong&gt;, Carta Capital &lt;/strong&gt;(mas quem sou eu para falar alguma coisa dessa revista!) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Tem muita gente boa por ai, tem blogs como o do economista &lt;strong&gt;Nassif&lt;/strong&gt; que desmacara as falcatruas da menina dos olhos do &lt;strong&gt;grupo Abril&lt;/strong&gt;, a revista &lt;strong&gt;Veja.&lt;/strong&gt; Muitos outros que não citei mas que merecem o nosso apreço, nosso respeito por fazerem um trabalho comprometido, a duras penas, para nos trazer a noticia clara, sem deturpações, mostrando os reais interesses de cada parte e quem sai sempre perdendo nessa história: o povo brasileiro. Isso é um escandalo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Bom entre tantas mídia alternativas existem duas que fazem anos esse ano: &lt;strong&gt;Brasil de Fat&lt;/strong&gt;o e &lt;strong&gt;Le Monde Diplomatique Brasil&lt;/strong&gt;. O primeiro fez 5 anos de muita luta, muita militância e esta aqui. Surgido do meio do &lt;strong&gt;Forum Social Mundial,&lt;/strong&gt; se propos como alternativa à esse mídia mentirosa e carniceira de nosso país. Você pode ir la an redação tomar um café com os companheiros do jornal, vai descobrir o que é ser gente, humano. Más falaremos mais sobre esse importante jornal nacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Hoje falaremos de outro importante Jornal que está em sua edição de nº 12, ou seja no seu primeiro aniversário. Parabéns &lt;strong&gt;Le Monde Diplomatique Brasil !!!&lt;/strong&gt; Vocês merecem, do fundo do coração, sempre encharcado de colesterol, toda as congratulações por nos trazerem esse jornal de belo acabamento gráfico e aprofundado e selecionado conteúdo jornalístico. A vocês um brinde de alegria extrema e esperança incontrolada. Provavelmente uma das melhores leituras do mercado editorial brasileiro. Por sua posição libertária, por querer um mundo diferente do perverso que é o nosso, por nos dar belos textos que nos iluminam tanto nessa terra de cegos que se querem assim. Muitos anos de vida!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Para os que tiverem curiosidade de conhecer este e outras mídias alternativas vire seu olhar à esquerda e clique nos links ai.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Bueno agora vou reproduzir uma matéria da Agência Carta Maior de 23/07. Uma análise do ensaísta espanhol Eduardo Subirats sobre os genocídios da humanidade. Intrigante e triste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;LÓGICA DO GENOCÍDIO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;O legado de Auschwitz&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No início do século 21, é difícil acreditar que a lógica do genocídio tenha chegado ao fim. As guerras dos Bálcãs, as atrocidades que ocorreram em sucessão na África, e as guerras do Iraque e do Afeganistão representam uma espantosa regressão histórica. Os massacres e genocídios, os deslocamentos forçados de milhões de pessoas e o confinamento em campos de concentração e de refugiados não pararam de crescer nos últimos anos. A análise é do ensaísta espanhol Eduardo Subirats.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Eduardo Subirats*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Os reiterados tributos oficiais às vítimas dos campos de concentração europeus criados durante a Segunda Guerra Mundial deveriam indicar que se poria um fim à sua lógica do genocídio. No início do século 21, contudo, é difícil acreditar que este seja o caso. As guerras dos Bálcãs, as atrocidades que ocorreram em sucessão na África, e as guerras do Iraque e do Afeganistão representaram, neste sentido, uma espantosa regressão histórica. Os massacres e genocídios, os deslocamentos obrigados de milhões de seres humanos, o confinamento massivo em campos de concentração e de refugiados, e, não em último lugar, os movimentos migratórios provocados pela pobreza e pela destruição ecológica não pararam de crescer nos últimos anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Segundo dados facilitados pelo Committee for Refugees and Immigrants dos Estados Unidos, em 2006 existiam no mundo 33 milhões de pessoas involuntariamente deslocadas de seus habitats originais. Deles, 21 milhões são as chamadas “Pessoas Internamente Deslocadas,” ou seja, relocalizadas dentro de suas próprias fronteiras nacionais. Os outros 12 milhões são refugiados que fugiram para segundos países em busca de segurança política e econômica. O Sudão e a Colômbia são mencionados como exemplos de deslocamentos internos promovidos pela violência militar, com números que chegam aos 5 e 3 milhões respectivamente. A crise humanitária mais recente tem como cenário o Iraque, com 1,7 milhões de deslocados internos e outros 2 milhões que abandonaram o país. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Oficialmente, estas mobilizações são temporárias. Mas em países como a Colômbia, o retorno dos deslocados aos seus lares —em sua maioria, eles são indígenas e mestiços— é impossível, uma vez que suas terras, oficialmente “abandonadas”, foram legalmente apropriadas por corporações e organizações militares. Existem mais de 2 milhões de afegãos em campos e refúgios provisórios há mais de 20 anos. O recorde é dos palestinos, com 3 milhões de deslocados há meio século. O número destes denominados “refugiados perpétuos” no mundo chega a um total de 8 milhões. E estes números não param de multiplicar-se, ano após ano, ao amparo de lucrativas guerras e tráficos humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Nas declarações oficiais, os campos de concentração do nacional-socialismo do século passado são condenados e consagrados como um evento único na história da humanidade, cujos motivos, métodos e objetivos escapam à luz da razão. Implícita ou explicitamente, a responsabilidade por eles é atribuída a desejos perversos e patologias racistas. Contudo, os genocídios industriais do século 20 não constituem um fato isolado. As minas e as “mitas” coloniais da América constituem um paradigma histórico de racionalização militar de um sistema etnocida de produção. As cifras do genocídio colonial americano são imprecisas. Mas os cálculos mais conservadores falam em dezenas de milhões. O tráfico internacional de escravos africanos constitui um prefácio sórdido dos genocídios europeus do século 20, com números também arrepiantes. A própria denominação “campos de concentração” foi cunhada pelo colonialismo britânico na África do Sul antes de ser adotado pelo imperialismo alemão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Por trás destes crimes contra a humanidade existem, sem nenhuma dúvida, personalidades doentes. Mas seus processos genocidas estão atravessados pela limpa racionalidade que define a acumulação de capital, a expansão de mercados e a concentração de poder e riqueza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Aproximadamente metade das vítimas dos campos de concentração nazistas eram camponeses eslavos, ciganos e comunistas que a máquina militar devorava ao longo de sua expansão. Seu extermínio estava ligado a um princípio econômico: racionalizar a produção agrária, libertando-a de seus entraves pré-capitalistas. Uma das razões para justificar a eliminação dos guetos judeus da Europa Central era sua forma de vida tradicional, resistente à economia de mercado e às exigências da racionalização industrial da agricultura. Estes genocídios esgrimiram, também, um princípio de segurança: suas vítimas eram potenciais insurgentes contra o sistema que as expulsava de suas cidades e de suas terras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;pesar de que jurídica e midiaticamente é contemplado como uma realidade aparte, o fluxo migratório massivo dos nossos dias obedece aos mesmos princípios: a expansão territorial de poderes corporativos, crescentes desigualdades econômicas e sociais entre as nações ricas e as regiões neocoloniais, degradação ambiental e violência. Seus números são igualmente perturbadores. Na Europa existem 83 milhões de imigrantes legais e um número indeterminado, entre 4 e 7 milhões, de denominados “sem papéis”. Nos Estados Unidos, a quantidade oficial de imigrantes ilegais chega aos 12 milhões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Em vez de confrontar as causas desta desordem global, e os interesses econômicos e militares que a sustentam, os líderes mundiais optaram pela criminalização de suas vítimas e pela militarização de seus conflitos. O próprio conceito de “imigrante ilegal” é uma construção arbitrária. O termo foi cunhado pelo colonialismo britânico para combater uma indesejada imigração de judeus para a Palestina nos anos da perseguição nazista na Alemanha. As frases sobre a ameaça que estes imigrantes representam para o mercado laboral, sua viciosa associação com o crime organizado e as retóricas sobre sua não-integração nacional encobrem o real desmantelamento dos direitos humanos em escala global.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Os campos de detenção e concentração e a militarização dos movimentos migratórios gerados pelas guerras, a miséria e o espólio não são, convenhamos, uma solução para estes dilemas. São parte do problema. Somente a confrontação transparente da crescente extorsão econômica das regiões mais ricas do planeta por poderes corporativos multinacionais, das causas reais da deterioração ambiental e dos tráficos de armas e humanos, e somente a implementação de autênticos programas de desenvolvimento sustentável pode pôr um ponto final a esta lógica do genocídio: o legado de Auschwitz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;* Ensaísta espanhol, professor de Filosofia, Teoria da Cultura e de Literatura na Universidade de Nova York&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;Tradução: Naila Freitas / Verso Tradutores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-8058196038829964613?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/8058196038829964613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/07/no-s-de-lamentos-que-se-faz-esse-blog-e.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8058196038829964613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8058196038829964613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/07/no-s-de-lamentos-que-se-faz-esse-blog-e.html' title=''/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIlTIFeWJeI/AAAAAAAAAB8/eCXRxkf13CI/s72-c/le+monde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-8183237261952272040</id><published>2008-07-24T06:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T07:26:20.365-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIiI6aNqarI/AAAAAAAAAB0/p8J-wbmrcco/s1600-h/P9190362.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226577904613878450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIiI6aNqarI/AAAAAAAAAB0/p8J-wbmrcco/s400/P9190362.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Dois operários lá no alto para a construção da novíssima estação de Itaim Paulista, linha F Sáfira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É de construções e reconstruções que vive nossa metróple, o problema é que estas são feitas sem muito critério. Isso é facilmente verificável se dermos uma olhada nas fotos antigas da cidades e descobrirmos, perplexos, que parques frescos e edíficios suntuosos foram demolidos; rios e manaciais enterrados, retificados, encobertos e poluídos; a &lt;strong&gt;Paulista&lt;/strong&gt; com seu Ypês; o rio &lt;strong&gt;Tietê&lt;/strong&gt; descontrolado e livre, em zigue-zagues de redonda beleza, com seus barcos e nadadores; o Vale do Anhagabaú e seus majestosos edíficios como o paço munícipal; cade a cachoeira de Perdizes, tem um condomínio &lt;strong&gt;neoclássico&lt;/strong&gt; construído sobre a nascente, &lt;strong&gt;isso é atual, foi a pouco tempo! &lt;/strong&gt;Na ladeira &lt;strong&gt;Porto Geral&lt;/strong&gt;, cade o porto? onde está o rio que outrora aportavam as embarcações com destino ao interior do país? Aqui não era a cidade bandeirante? Alguém viu alguma casa deles por ai, onde?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma cidade transformada em caos de carros onde não se anda a pé, nem de bicicleta. Tentem andar a pé pela &lt;strong&gt;marginal tietê&lt;/strong&gt;, uma experência indústrial: várias máquinas exalando cancer preto de seus motores, há trechos &lt;strong&gt;sem calçadas&lt;/strong&gt;! o pedestre foi abolido da história.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quero pedir desculpas pelos erros de ortografia e digitação desse blog. Contudo, não vou arrumá-los já estão lá de dão até certo charme aos meus escritos mal feitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A foto de baixo que intítulei de Palácio das Arcadas esta errada, na verdade é &lt;strong&gt;Casa das Arcadas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Vejam um panorâma da cidade que já se foi aqui nesse video, a trilha sonora é boa. Uma homenagem aos imigrantes que construíram muito dessa cidade. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RI-MMoMRCVk&amp;amp;NR=1"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=RI-MMoMRCVk&amp;amp;NR=1&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-8183237261952272040?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.youtube.com/watch?v=RI-MMoMRCVk&amp;NR=1www.youtube.com/watch?v=RI-MMoMRCVk&amp;NR=1' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/8183237261952272040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/07/dois-operrios-l-no-alto-para-construo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8183237261952272040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/8183237261952272040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/07/dois-operrios-l-no-alto-para-construo.html' title=''/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIiI6aNqarI/AAAAAAAAAB0/p8J-wbmrcco/s72-c/P9190362.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6723282317450892774.post-2332478273200530264</id><published>2008-07-22T16:15:00.000-07:00</published><updated>2008-07-22T18:43:07.180-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotos inverno 2008 quarto marcel'/><title type='text'>Devaneios de um caminhante um pouco solitário</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaGepG52NI/AAAAAAAAABU/07lNwSgLg2w/s1600-h/P8290036.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226012278599047378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="307" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaGepG52NI/AAAAAAAAABU/07lNwSgLg2w/s400/P8290036.JPG" width="400" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt; Palácio&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;das arcadas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaFzjmY_pI/AAAAAAAAABM/KWjeSwqWMBQ/s1600-h/P8290041.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226011538386124434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaFzjmY_pI/AAAAAAAAABM/KWjeSwqWMBQ/s400/P8290041.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Antiga sede da Rádio Record, palco de parte dos anos de ouro de nossa saudosa música.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaEjxA0BZI/AAAAAAAAAA8/UyMhTii0h_8/s1600-h/P8290038.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226010167597073810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaEjxA0BZI/AAAAAAAAAA8/UyMhTii0h_8/s400/P8290038.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Falso restauro de fachada, crime imoral feito às vistas de todos no centro de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nós&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIZq0XiQ0wI/AAAAAAAAAAM/AHkPGBV_Vjw/s1600-h/P7220233.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225981865513505538" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIZq0XiQ0wI/AAAAAAAAAAM/AHkPGBV_Vjw/s400/P7220233.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; reflexo no vidro, a transparência ao fundo: metáfora de nós que nos refletimos e nos transparecemos para nós mesmo, deixando de nos enganar naquele exato momento, ainda que só nese momento preciso e valioso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Meu quarto, meu íntimo, e o exterior, a avenida lá fora, somos esse jogo de esconde esconde entre nós e os outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Quantos &lt;strong&gt;nós! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Mas assim é, porque vivemos entre muitos, como disse Aristotéles somo um &lt;strong&gt;animal político&lt;/strong&gt;, vivemos em sociedade e devemos nos primorar afim de tornar a convivência a melhor possível e transformar nossas ações em atos harmoniosos que nenhum mal possa fazer a ninguém.... parece utópico mas não é, não precisa ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;E por falar em sociabilidade, como cada um de nós participa dos rumos de nossa cidade, este caos paulistano que aprendemos a chamar de &lt;strong&gt;São Paulo&lt;/strong&gt;? Será que notamos as contínuas mutações que ela sofre:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;as especulações imobiliárias que destroem a paisagem urbana, a degradação do meio ambiente, o aumento camncerígeno de automoveís, a inexistência de ciclovias, o partido, PSDB, que há 13 anos sucateia os serviços públicos, a polícia e os seguranças que nos reprimem e nos observam!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;São tantas as mazelas da cidade que poderiamos lista uma para cada um dos 20 milhões de pseudo-cidadão que nela moram. Um desses males, que quero salientar aqui, é o descaso com o patrimônio artístico, histórico e cultral de nossa cidade, quiçá de nosso estado. O que nós efetivamente conheçemos da dita &lt;strong&gt;cultura paulista&lt;/strong&gt;? O que nós aprendemos sobre este patrimônio, qual é a consciência histórica que possuímos? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Parece que não sabemos olhar pela janela o observar a beleza de uma casa simples, que cor ocre que está ali caída, em meio aos prédios devoradores de céu. Ou até mesmo algo impontente não é percebido-apreciado pelo nosso olhar cedo e vicíado. Ninguém choraria a derrubada do &lt;strong&gt;Martinelli&lt;/strong&gt;, pelo contrário, o que é o Martinelli?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;São Paulo sempre confundiu progresso com re-construção, re-tificação. Assim, onde estão nossos rios, lagos, cachoeiras, corrégos? Para onde foi parar os prédios de bela e histórica arquitetura do centro antigo? Onde foram meter nossa Ypês, nossas matas e nossa animais? Porque a &lt;strong&gt;cidade que não pode parar &lt;/strong&gt;precisa destruir tudo, seu passado, sua &lt;strong&gt;memória&lt;/strong&gt;, em nome do progresso, será que estes não podem conviver em paz, com certa harmonia? Será que tudo vai para o abismo da história?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Quero trazer para nós um pouco de nossa cidade. Não apenas as belezas óbvias-despercebidas do centro mas, antes, tentar refinar, criticamente, o olhar para os detalhes do bairro, dos cantos da cidade, para a existência única da favela, das arquiteturas, as calçadas, o que desaparece e surgi, o que se modifica e que se restaura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;Conhecer nossa história, saber que há uma memória que deve ser preservada e conhecida é o primeira paço para pode interferir nos rumos do presente em direção ao fúturo que queremos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;strong&gt;DiCa: * &lt;/strong&gt;Leia o livro de Heródoto Barbeiro "Meu velho Centro" onde o jornalista e historiador mostra com seus belos textos, recheado com fotografias que buscam o detalhe, o que sobrou de nosso glorioso e belo centro histórico, hoje tão degradado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;* "Três cidades um século", livro da primorosa editora Cosac Naify. Nele encontramos fotos, gravuras, aquarelas e desenhos da cidade que mostram como em um século São Paulo deixou de ser a cidade de taipa colonial para viram a massa metropolitana de concreto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6723282317450892774-2332478273200530264?l=desconstrucaodenos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/feeds/2332478273200530264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/07/devaneios-de-um-caminhante-um-pouco.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/2332478273200530264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6723282317450892774/posts/default/2332478273200530264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://desconstrucaodenos.blogspot.com/2008/07/devaneios-de-um-caminhante-um-pouco.html' title='Devaneios de um caminhante um pouco solitário'/><author><name>Marcel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07284163770207102188</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_aujZdQ9W-Ic/Sb30RF3lE5I/AAAAAAAAAEA/kDS8TyNUEIc/S220/peda%C3%A7o+de+mim.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_aujZdQ9W-Ic/SIaGepG52NI/AAAAAAAAABU/07lNwSgLg2w/s72-c/P8290036.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
